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Funcionária é presa suspeita de desviar mais de R$ 130 mil e usar cartão da empresa para comprar passagens aéreas, em Goiânia

Funcionária é suspeita de desviar R$ 137 mil e usar cartão corporativo indevidamente Uma funcionária do setor financeiro de uma empresa em Goiânia foi pres...

Funcionária é presa suspeita de desviar mais de R$ 130 mil e usar cartão da empresa para comprar passagens aéreas, em Goiânia
Funcionária é presa suspeita de desviar mais de R$ 130 mil e usar cartão da empresa para comprar passagens aéreas, em Goiânia (Foto: Reprodução)

Funcionária é suspeita de desviar R$ 137 mil e usar cartão corporativo indevidamente Uma funcionária do setor financeiro de uma empresa em Goiânia foi presa suspeita de desviar R$ 137 mil e usar o cartão corporativo para adquirir passagens aéreas e fazer compras particulares. Segundo a Polícia Civil, a mulher comprou uma passagem aérea para o estado do Rio de Janeiro e já havia feito o check-in para o embarque. Ela é investigada por furtos qualificados, informou a polícia. Empresária chora ao contar que cuidava da avó em UTI quando funcionária presa desviou R$ 130 mil: ‘Era de confiança’ A suspeita foi presa em flagrante na quarta-feira (3) e teve a prisão convertida em preventiva. Ao g1, a defesa da funcionária informou que entrou com um pedido de habeas corpus, solicitando a liberdade provisória. Em nota, a advogada Daniele Santos disse ainda que a suspeita é "primária, tem bons antecedentes e não cometeu nenhum crime anteriormente" (leia na íntegra ao final do texto). ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp De acordo com a PC, diante da possibilidade de fuga, a polícia intensificou a investigação e conseguiu prender a mulher poucas horas antes da viagem. A polícia apurou que a suspeita realizou transferências bancárias indevidas para contas de familiares. A empresa fica localizada no Setor Marista, em Goiânia. Funcionária é presa suspeita de desviar mais de R$ 130 mil e usar cartão da empresa para comprar passagens aéreas, em Goiânia Divulgação/Polícia Civil LEIA TAMBÉM: Operação cumpre 19 mandados de prisão contra suspeitos de financiar tráfico de drogas em Goiás e outros dois estados ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA: Polícia bloqueia R$ 4,2 milhões e cumpre mais de 100 mandados de prisão em Goiás, DF e mais três estados OPERAÇÃO DESTROYER: Operação contra facções criminosas prende dez suspeitos e bloqueia mais de R$ 100 milhões, em Goiás Denúncia Segundo a TV Anhanguera, a polícia começou a investigar o caso após uma denúncia da própria empresa, que percebeu movimentações financeiras suspeitas da funcionária. A delegacia responsável é a do 8º Distrito Policial de Goiânia (1ª DRP). A Polícia Civil representou pela conversão da prisão em preventiva, em razão da repetição das condutas criminosas, do risco de fuga e da necessidade de preservar a investigação. A polícia continua investigando para apurar a participação de outras pessoas e buscar a recuperação dos valores desviados. Nota da defesa da funcionária A defesa informa que está adotando todas as medidas judiciais cabíveis para esclarecer os fatos e restabelecer sua liberdade. A funcionária é primária, tem bons antecedentes, não cometeu nenhum crime anteriormente. Em relação a viagem marcada para o Rio de Janeiro a passagem havia sido comprada antes de qualquer intervenção policial, era uma viagem a passeio para o feriado de 04 de junho. Ela não cometeu crime utilizando violência ou grave ameaça. A defesa reforça sua confiança na justiça e na correta aplicação da lei, ressaltando que a funcionária colabora com as autoridades e possui plenos vínculos com o distrito da culpa, não havendo qualquer necessidade da medida cautelar extrema que lhe foi imposta. Estamos falando de um inquérito policial em andamento, que sequer ainda há denúncia (Ministério Público ainda vai ter que analisar e oferecer). A vítima tem diviguldado imagem da acusada que ainda não teve denúncia oferecida e sequer foi condenada (por enquanto antes da condenacao falamos na presunção de inocência). Estão divulgando que foi um “rombo milionário” e não é o caso, se falamos de 200 mil não é milionário. Por respeito ao sigilo processual e à ética, a defesa não comentará detalhes da investigação, aguardando o julgamento dos pedidos de liberdade. 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás